Dois velhotes.
Um banco.
Um jardim.
Se o sol aparecer não é difícil encontrá-los juntos.
Curioso é dar com eles a acompanhar os dois dedos de conversa com um baloiçar de pernas.
Perdoem-me o egoísmo, mas peço encarecidamente aos meus amores, afectos e interesses que me façam o favor de não morrerem antes de mim.
Quando o sol aparecer encontramo-nos no jardim. Eu partilho o banco. E prometo que baloiço as pernas.
